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Cada vez menos Motorola e mais Lenovo. Essa é uma sensação contínua quando vemos o Moto Z e os Moto Mods.

A premissa não é necessariamente ruim. A ideia do smartphone modular deixa o novo Moto Z um modelo muito completo. Nesse post, você pode ter uma ideia do melhor e do pior do produto, em aspectos pontuais.

 

 

Uma espessura que parece ser de mentira

 

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Aqui, o toque da Lenovo é evidente. Basta tocar e olhar para o Moto Z para ver o ótimo acabamento e como os detalhes de design interessantes estão muito mais presentes no dispositivo.

Os pouco mais de 5 milímetros de espessura do Moto Z contrastam com a robustez das gerações anteriores criadas pela Motorola. E o seu agarre é muito bom.  É quase como não ter nada na mão, o que é ótimo em um dispositivo com tela de 5.5 polegadas. Um belo trabalho, mesmo não oferecendo uma resistência à água, mas ao menos conta com proteção para segurá-lo com as mãos molhadas.

 

 

Os Mods

 

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Sem a ideia de smartpone modular, o Moto Z já tem argumentos sólidos para ser um top de linha de respeito. Mas os Moto Mods são um plus que agrega e muito, pese ao fato dos seus elevados preços.

A simplicidade de inserção dos módulos, dispensando a necessidade de reiniciar o smartphone, resulta em uma identificação natural, trazendo um ótimo conceito de smartphone modular, adicionando funções de forma direta.

Em menos de dois segundos é possível adicionar um módulo e (por exemplo) transformar o smartphone em um projetor portátil com uma diagonal de 70 polegadas.

Se esses mods e o sistema de pinos for hereditário nos seus próximos equipamentos, há um futuro promissor para o conceito.

 

 

Um Android limpo na sua tela

 

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O Moto Z possui uma tela de 5 polegadas AMOLED (1440p, 500 nits). Em geral, é uma tela espetacular no tamanho, brilho e densidade de pixels, e o Android limpo é exibido de forma gernial.

As poucas adições não tem nada a ver com funções chamativas. São simples, funcionam, e você vai usar esses recursos.

 

Câmera rápida com algum ponto “negro”

 

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A câmera do Moto Z é rápida, apresentando boa interface com controles manuais, que em cenários com luz controlada pode oferecer imagens muito equilibradas, tanto nas cores como na exposição.

O argumento técnico é importante e de nível: 13 MP (f/1.8), com estabilização ótica, o que oferece um bom nível de detalhes em várias situações.

Outro detalhe é quando a luminosidade é menor. Na prática, os resultados podem decepcionar um pouco.

A câmera frontal também foi bem cuidada, não tanto na resolução, mas sim em uma angular com flash próprio.

 

 

A bateria e a porta para fones de ouvido

 

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A bateria de 2.600 mAh não é tão crítica quanto parece. O Moto Z sobrevive a um dia de uso não muito exigente. Felizmente, uma hora de carga de bateria deixa ele pronto para um uso intenso.

Mas vale a pena contar com um bom arsenal de cabos USB-C para diferentes momentos e necessidades.

Isso tem outra consequência: se você quer utilizar seus fones clássicos, é necessário carregar o adaptador consigo (incluso no kit de venda). Porém, não há fones de ouvido USB-C de série. É preciso comprar o seu fone ou usar um com conectividade Bluetooth.