Moto Z

Ontem (9), a Lenovo apresentou os seus novos smartphones top de linha, nos modelos Moto Z e Moto Z Force, além dos Moto Mods, módulos complementares para esses modelos. Muitos entenderam que eles seriam os sucessores da série Moto X, mas parece que não é isso o que vai acontecer.

Em uma coletiva de imprensa após o evento, os jornalistas questionaram os executivos se este era o fim da era Moto X. David Ruddock, executivo da Motorola, esclareceu por e-mail em um momento posterior que não era o ‘fim’ da série Moto X, que está viva desde 2013, e nem mesmo um período de transição. A nova série Moto Z era sim uma nova integrante da família Moto.

As dúvidas apareceram pelo fato do lançamento de ontem ser duplo, e que os protagonistas aspiravam ser uma opção para a linha mais alta da empresa (como era o papel da série X em relação aos modelos inferiores na era pré-compra da Lenovo), com nomenclaturas que se encaixariam muito bem para essas interações: o Moto Z seria o novo Moto X, e o Moto Z Force o novo Moto X Force. Mas, não: de fato, o Moto X Force foi lançado recentemente em mercados selecionados.

O que dá a entender é que houve uma mudança de protagonismo, mas a Lenovo não fala disso claramente. Ou seja, os novos Moto Z são a opção para os usuários mais exigentes, papel que era da série Moto X, que fica como linha intermediária entre as séries Z e G.

É preciso ver como são as cartas que a Lenovo pretende jogar daqui para frente. Vendo as características do Moto Z e os Moto Mods, é de se imaginar que serão uma série que vai durar muito no mercado, e os modelos Moto X ficam para os usuários menos exigentes (que não veem os módulos como atrativos), olhando mais para o preço do dispositivo. Até o final de 2016 veremos como tudo vai se posicionar.

 

Via Android Police