A mineração de Bitcoins passou de febre para grande negócio. Algo compreensível, pois estamos falando de uma moeda cuja cotação ultrapassa os US$ 9 mil.

É a “febre do ouro” dos tempos modernos, com algumas similaridades muito interessantes. Uma das curiosidades mais chamativas está no consumo energéticos.

Para obter moedas digitais, é preciso utilizar equipamentos informáticos que oferecem maior ou menor eficiência em função do grau de complexidade dos mesmos, e isso exige uma certa quantidade de energia para funcionar.

 

 

Hoje, minerar Bitcoins exige mais energia do que aquela consumida por 159 países do mundo (os que consomem menos energia em amarelo, e os que consomem mais energia na mineração em junho).

A segunda imagem mostra a porcentagem de consumo energético de cada país ao que equivale o consumo de Bitcoin. Por exemplo, no Reino Unido equivale a 9,4% para isso, enquanto que nos EUA ela fica na casa de 0,74%.

 

 

Hoje, o Bitcoin consome 29.05 TWh por ano, algo impressionante, já que pode alimentar 2.4 milhões de lares norte-americanos. O mais curioso é que seu crescimento é sustentável, para que em fevereiro de 2020 consiga consumir toda eletricidade do planeta.

 

Via PowerCompare