Windows-pirataria

16 A medida visa identificar cerca de 1000 ativações realizadas com licenças roubadas dentro de sua cadeia de fornecedores.

A Microsoft já interpôs a correspondente demanda diante de um tribunal de Seattle (EUA), indicando que rastreou o IP dos equipamentos piratas, e pede autorização judicial para identificar as pessoas que estão com as licenças, requisito imprescindível para garantir a validade da prova. A partir do endereço do IP indicado no processo, foram produzidas mais de 1000 ativações de cópias piratas das duas versões citadas, além de versões do Windows Vista e dos pacotes Office 2010 e Office 2013 serem afetados.

Isso foi possível pelo trabalho dos seus especialistas e pela tecnologia ciberforense. Os dois elementos permitem a identificação com total precisão dos padrões e características de ativação dos seus produtos e o endereço de IP associado a tais ativações, o que reduz drasticamente a margem de erro.

Fica claro aqui que a Microsoft não está disposta a seguir tolerando a pirataria de seus produtos, pelo menos em um determinado nível. Isso não quer dizer que eles vão rastrear todos os usuários que contam com uma cópia pirata do Windows e tomar medidas contra eles, principalmente porque, nesse caso, a conta sairia bem cara.

Porém, a medida pode servir de aviso para todos aqueles que fazem negócios instalando e ativando cópias ilegítimas do Windows por dinheiro. Quando um certo número de ativações é alcançado, o movimento pode chamar a atenção dos especialistas da Microsoft, e isso pode resultar em um belo processo.

Via Deccan Chronicle