O que tem em comum o Windows Phone, o Windows 8 e o Zune?

Isso mesmo que você pensou, a já tão difundida interface Metro, que não passou desapercebida desde sua apresentação, e o seu nome já está marcado na memória de todo aqueles que ficaram impressionados com os seus quadrados e menus. Mas, nesse mundo tão competitivo, nome é uma coisa complicada. Você cria um produto, desenvolve, e quando resolve colocar o nome, tem que quebrar muito a cabeça para pensar em um nome que seja marcante e que, ao mesmo tempo, não copia um nome que já existe.

Pois é, por causa dessas “coincidências irônicas”, muito provavelmente, quando o Windows 8 for lançado em 26 de outubro, não voltaremos a chamar essa interface de Metro, já que tal como garante a própria Microsoft, será necessário iniciar “uma transição do diálogo industrial para um diálogo amplo com os consumidores”. Traduzindo a declaração um tanto quanto estranha: temos que levar em conta que os dispositivos com Windows Phone já estão no mercado, de modo que algum motivo muito estranho (jurídico, talvez) deve justificar essa mudança de terminologia.

Segundo os sites Ars Technica e The Verge, fontes comentam que a Microsoft poderia promover essa mudança de nome de forma “voluntária”, depois de receber um intimidante aviso por parte da empresa alemã Metro AG (grupo formado pelas lojas Media-Markt, Saturn, Makro, Gallerie, entre outras). Desta forma, a Microsoft se livra de futuros problemas judiciais, e teria que buscar um novo nome para promover a interface com os usuários.

Eu gosto do nome Metro. Até faz o seu sentido (principalmente para quem já usou o Windows Phone). Porém, é inevitável que algumas empresas queiram aproveitar todo e qualquer tipo de brecha para buscar algum lucro em cima de alguma outra empresa. Principalmente em algo que todo mundo está elogiando, como é o caso do Windows 8 (e da interface Metro). Esse é o mundo dos negócios de hoje. Infelizmente.

Via Ars Technica, The Verge e ZDNet