Michigan Micro Mote-01

O Michigan Micro Mote (M^3) é um computador do tamanho de um grão de arroz, ou um cubo de um milímetro quadrado. É um dos menores computadores já construídos.

Ele é desenvolvido pela Universidade de Michigan por mais de 10 anos, e o resultado final é o M^3, que pode ser uma solução perfeita para a ‘internet das coisas’, sendo o cérebro de muitos elementos conectados. Sem falar no potencial desse diminuto hardware.

O M^3 é capaz de gerenciar fotos vindas de uma câmera conectada ou registrar níveis de pressão e temperatura. Pode não ser muito potente, mas é competente o suficiente para ser útil também nas indústrias de petróleo e no universo da medicina.

E por falar em medicina, o M^3 pode ser ‘injetado’ no corpo, no nível da pele, para ler parâmetros do paciente sem a necessidade de utilizar qualquer outro tipo de gadget. Já para a indústria do petróleo, o chip pode ser usado em dispositivos que detectam bolsas de petróleo, sem entrar em maiores detalhes sobre o processo.

Outro uso para esse pequeno computador é a localização de objetos. Vincular o M^3 em chaves, maletas ou outros itens preciosos, para utilizar um sistema central para localizá-los. O hardware final adicional seria tão pequeno que não prejudicaria o design final do produto a ser localizado.

 

Autonomia e sistema de controle

Michigan Micro Mote-02

O maior obstáculo para criar um dispositivo autônomo tão pequeno está na sua autonomia de bateria. Por isso, a prioridade era criar algo que consumisse muito pouco, para que a sua bateria também fosse muito pequena.

Sem teclado, mouse ou tela, aqueles que querem investir no Michigan Micro Mote (M^3) precisam se interessar em sistemas especiais de comunicação. Um dos seus pontos mais interessantes é a possibilidade de receber dados a partir de uma luz de alta frequência. Uma vez processada essa informação, o M^3 pode responder via radiofrequência.

O M^3 não é um projeto de laboratório, e está pronto para iniciar a sua produção a qualquer momento. Nomes como Intel estão de olho no projeto, pensando na ‘internet das coisas’, e não pensam em perder essa oportunidade de revolucionar a tecnologia.

 

Via CNET