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Segundo o último relatório do Super Data, o setor de PCs gerou US$ 35.8 bilhões dentro do segmento de games, enquanto que os consoles geraram US$ 6.6 bilhões. A diferença é de nada menos que 442%.

A era pós-PC estava condenada ao fim pelos “especialistas”, que afirmavam o abandono em favor dos smartphones e tablets. Mas com o passar dos anos, vimos que os tablets jamais substituíram os PCs, já que era mais limitado em suas tarefas.

A Apple tentou um iPad Pro, mas também não conseguiu enterrar o PC. É um tablet mais pensado para o consumo de conteúdo, já que na parte de produtividade ele deixa muito a desejar.

 

 

Os fabricantes de consoles tentam reter seus seguidores com acordos de exclusividade, mas isso parece não ser mais o suficiente. Os usuários de PCs contam com uma maior oferta de títulos, mas sofrem do problema de adaptações de jogos de consoles que deixam muito a desejar.

Quem realmente ganha a batalha no mercado de videogames é o smartphone, que gerou mais de US$ 40.6 bilhões de receita em 2016. Ainda que os jogos de smartphones não caiam no seu gosto, certamente você já ouviu falar de Pokémon GO, um jogo que bateu todos os recordes da indústria de videogames para dispositivos móveis.

Mesmo com esses números, fabricantes como a Nintendo não adaptam os seus clássicos para os smartphones, e preferem lançar novas versões nem sempre tão bem sucedidas (aka Super Mario Run).

Os números estão aí. E contra números não há argumentos.