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As aspirações de Mark Zuckerberg não conhecem limites. E seu bolso, pelo visto, também não.

Em 2015, o CEO do Facebook anunciou que vai doar 99% de suas ações na rede social (avaliada por enquanto em US$ 45 bilhões) para fundar com a sua esposa a Chan Zuckerberg Initiative, organização que visa “avançar o potencial humano e promover a igualdade para todas as crianças da próxima geração”.

Pois bem, em um evento celebrado em San Franciso, Mark deu um passo além, anunciando sua próxima grande meta dentro da fundação: curar, prevenir e controlar todas as enfermidades para o final do século, investindo para isso US$ 3 bilhões nos próximos dez anos.

 

Um plano a longo prazo. É o que diz Mark Zuckerberg

O projeto não tem como ser mais ambicioso. Porém, Mark Zuckerberg e Priscilla Chan acreditam que isso é possível, sempre que os objetivos essenciais sejam alcançados.

Cientistas, médicos, engenheiros e universitários conscientes já estão recrutados para perseguir essa meta. Cori Bargmann vai liderar o projeto como presidente de ciência dentro da fundação. Zuck afirma são gastos 50 vezes mais em tratar das pessoas doentes do que investir na pesquisa para que elas não fiquem doentes.

 

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Dentro desse plano, o primeiro projeto será o Biohub, que se encarregará de reunir em um mesmo grupo pesquisadores, engenheiros, biólogos, informáticos e químicos (entre outros) de diferentes universidades para desenvolver ferramentas que ajudam no tratamento de enfermidades.

Dentro do Biohub vai se desenvolver o Cell Atlas, que estuda a interação de células no corpo humano e o Infectious Disease Project, encarregado de melhorar o processo de detecção, resposta, treinamento e prevenção de enfermidades como Ebola, AIDS ou Zika. Todas as descobertas serão de caráter público.

Zuckerberg pede paciência, pois entende ser uma tarefa dura: “Isso se trata do futuro que queremos para nossos filhos. Se há uma possibilidade de curar todas as enfermidades, temos que tentar. Temos a oportunidade de deixar o mundo um lugar melhor do que quando o encontramos”, afirma o executivo.