Linux

A cota de mercado dos sistemas operacionais para desktops ofereceu interessantes variações no mês de agosto de 2017.

O Windows 10 registrou um leve crescimento, e a grande novidade é o maior aumento de cota de mercado do Linux em sua história.

De acordo com os dados da NetMarketShare, o Windows 10 alcançou os 28% de cota de mercado. Aqui, podemos ver o copo ou meio cheio, ou meio vazio. Por um lado, tem uma cota estimável depois de dois anos de lançamento. Por outro lado, é bem menos daquilo que a Microsoft esperava, levando em conta a sua gratuidade do primeiro ano, as atualizações mais frequentes e o fim do suporte para o Windows 7 para as novas plataformas.

O Windows 7 segure reinando absoluto (48,91%), com quedas muito discretas mês a mês, apesar de uma tendência de queda no último ano. As demais versões do Windows (Windows 8.1 e Windows XP) também registraram quedas nas cotas de mercado.

A favor do Windows 10, tem o Fall Creators Update chegando em outubro, enquanto que o Windows 7 só vai receber atualizações de segurança.

 

 

Nos demais sistemas, o macOS não sai dos 6% nas suas diferentes versões disponíveis.

O grande vencedor do mês de agosto foi o Linux, com um impressionante crescimento, indo de 2,53% para 3,59%. Não há registro de um crescimento tão expressivo para o sistema de um mês para outro.

Ainda que os mais fervorosos usuários do Linux afirmarem que vão se manter no sistema “independente de sua cota de mercado”, esses números são muito importantes para melhorar a oferta de equipamentos novos e o suporte para diferentes finalidades.

O argumento se mantém: nem Windows, nem Android teriam uma cota de merado dominante sem a pré-instalação dos sistemas em dispositivos OEM.

O Linux usar a mesma estratégia pode significar presença efetiva a médio prazo, superando o macOS.

Quem viver, verá!