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O consultor Tomi Ahonen apresenta o resultado de uma série de enquetes realizadas pelo Deloitte no começo do ano, que revela que os jovens entre 18 e 24 anos de idade consultam os seus celulares e smartphones em média 53 vezes por dia (pelo menos). A partir daí, o número de consultas cai conforme a idade, mas em volume elevado o suficiente para se recomendar uma ‘desintoxicação digital’.

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O The Wall Street Journal ilustra o caso de Tomihiko Yoneda, que escreveu um livro sobre o tema depois de ficar totalmente preso ao smartphone e às redes sociais. Sua desintoxicação foi involuntária – uma doença o deixou dez dias bem longe do seu uso normal do smartphone -, mas quando se recuperou, descobriu que esse processo não era tão complexo, e apresentou várias vantagens.

Nessa era de sobrecarga de informação, nós podemos perder o controle facilmente. Antes desse projeto, eu me sentia controlado pelas redes sociais e pela constante pressão de estar conectado à elas. Mas agora quem controla sou eu.

Via WSJ, Deloitte