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Mara Fernanda Castilla foi vista pela última vez em um bar no estado mexicano de Puebla na companhia de amigos. Ela então pediu um táxi do Cabify para voltar para casa.

O carro chegou ao seu destino, mas as câmeras de segurança não gravaram como a jovem saiu do veículo. E desde 8 de setembro, Mara era dada como desaparecida.

Em 15 de setembro, as autoridades confirmaram a morte de Mara.

O motorista identificado como Ricardo “N” foi a última pessoa que viu a jovem com vida, e um juiz determinou sua prisãp preventiva sob a acusação de privação ilegal de liberdade contra a estudante.

As autoridades registraram um domicílio em Tlaxcala, local de origem da jovem, relacionado com Ricardo “N”, onde encontraram roupas e pertences da vítima com restos de sangue. Amostras de sangue do acusado foram colhidas, e o motorista tinha em seu poder o celular de Mara.

O Cabify emitiu um comunicado em sua conta no Twitter, lamentando a morte da jovem e exigindo todo o peso da lei para que os culpados sejam encontrados.

As autoridades mexicanas pretendem mover ações legais contra o Cabify no México, e advertiu que eles estão revisando quais medidas serão tomadas contra a empresa.

Já o Cabify afirma que está colaborando com as autoridades, compartilhando todas as informações requeridas sobre os detalhes da viagem. Tais dados não podem se tornar públicos pois podem interferir nas investigações.