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O Roomba entra na polêmica da privacidade dos dados, plantando assim uma nova preocupação em torno da internet das coisas e das supostas necessidades de alguns dispositivos para um bom funcionamento.

A iRobot, responsável pelo produto líder do mercado de aspiradores inteligentes, teve a “genial” ideia de vender os dados sobre as plantas das casas dos usuários dos seus aspiradores para terceiros. Algo que vai além do uso pontual do recurso dentro do seu funcionamento.

O problema é que esses dados são coletados exclusivamente para o funcionamento do dispositivo, ou para melhorar sua eficiência através de diagnósticos de uso. Mas jamais para ir para as mãos de terceiros.

 

 

A ideia é vender esses dados coletados pelos diversos dispositivos Roomba comercializados para empresas como Apple, Google ou Amazon, que podem utilizar as informações para a fabricação de outros dispositivos. Na prática, temos aqui mais uma invasão de privacidade.

Os especialistas alertam sobre o tema, garantindo que esse é um exemplo absurdo de como nossa privacidade pode ser violada por empresas que querem se beneficiar da informação que os dispositivos inteligentes podem gerar em nossas casas, apelando diretamente para a falta de privacidade resultante da Internet das Coisas.

O avanço desse segmento e a criação de novos dispositivos está tornando a vida mais fácil, mas levanta novos debates sobre os seus limites, e em como a nossa privacidade está mais exposta do que nunca.

 

 

 

Via Reuters