Super Bowl

 

Não foi apenas a melhor edição do Super Bowl de todos os tempos, mas também um dos melhores shows do intervalo da história. Lady Gaga quebrou tudo ontem no NRG Stadium em Houston, e contou com a ajuda da Intel para causar impacto.

A performance da cantora foi a mais cara da história do Super Bowl, e parte desses custos foram elevados pelos 300 drones da Intel que participaram do início dessa apresentação. Os dispositivos usaram a escuridão do céu  para desenhar a bandeira norte-americana, entregando um efeito visual muito interessante.

O que muita gente não sabe é que o trecho inicial da performance com os drones foi pré-gravada em Houston no dia 30 de janeiro, sendo fruto do trabalho de produção entre NFL, Pepsi e Intel. Não foi ao vivo porque eles não poderiam controlar o tempo, e também pela perspectiva do que se veria a partir do estádio.

Desse modo, decidiu-se que gravar tudo com as melhores tomadas possíveis seria a melhor opção.

 

 

São drones pequenos e simples, mais leves que uma bola de vôlei. Porém, são resistentes, e na parte inferior carregam a iluminação em LED multicolorida para poder criar o efeito no céu. Além disso, resistem à águe e ventos de até 8 metros por segundo, mas estes fatores só complicariam o seu controle no céu.

Não é de hoje que a Intel brinca com os drones com voos múltiplos. A empresa já colocou 500 drones para voar de forma conjunta, e fatalmente muitos espetáculos no futuro devem utilizar o recurso.

 

 

Um dos segredos do sistema da Intel para controlar tantos drones não o seu software utilizado, ou a simples forma de programar o espetáculo. Os drones não se comunicam entre eles, nem mesmo contam com hardware anti-colisão. Apenas recebem a programação de voo individual.