coração

Cientistas da ETH Zurich conseguiram imprimir um coração em 3D de silicone, que funciona exatamente igual ao órgão real e com baixo custo de fabricação, através de um novo processo que reduz a quantidade de material necessário para criar cada unidade.

O vídeo no final do post mostra esse processo de fabricação, o seu funcionamento e alguns dos seus principais elementos. O coração em 3D tem peso de 390 gramas, e conta com o necessário para trabalhar como um coração real, funcionando sem problemas por até 3 mil batidas, ou entre 30 e 45 minutos. E aí esta o problema: pode ser pouco tempo de sobrevida, dependendo do caso.

De qualquer forma, é um avanço importante, que com o tempo e recursos necessários poderão resultar em um coração 3D que pode funcionar por dias ou meses antes de uma eventual deterioração.

A impressão em 3D segue mostrando um enorme potencial para a medicina, facilitando a criação de tecidos e até órgãos vivos. Esse coração não é viável para a utilização em humanos, mas ao menos a porta está aberta para um desenvolvimento mais completo e uma solução definitiva.

Ou só falta chamar a Cristina Yang (quem viu Grey’s Anatomy sabe do que eu estou falando).

 

 

 

Via TechCrunch