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A HTC apresentou recentemente o HTC One Max, a versão phablet do já conhecido HTC One. Além das dimensões do novo dispositivo, talvez o principal destaque do One Max seja o seu identificador biométrico, localizado na parte traseira do dispositivo, logo abaixo de sua câmera. Esse sensor tem também como objetivo garantir a privacidade dos usuários, e a HTC fez questão de explicar melhor como o seu sistema de segurança funciona, e onde os seus dados relacionados são armazenados.

O pessoal do site Phone Arena recentemente questionou a HTC sobre os recursos de segurança presentes no HTC One Max, e a HTC explicou que todos os dados coletados pelo identificador biométrico ficam armazenados no dispositivo, em uma área em separado. Eles também confirmaram que a HTC não terá nenhum acesso à esses dados.

Esses dados armazenados são encriptados e armazenados em uma partição do sistema, que não pode ser lido, acessado ou copiado. Os dados das digitais não são necessariamente as imagens do dedo do usuário, mas sim características da impressão digital, que são identificadas por um algoritmo da própria HTC.

E não. A HTC não tem acesso à essas informações, e os recursos do identificador biométrico não podem ser utilizados por outros desenvolvedores de aplicativos.

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Recapitulando as principais especificações do HTC One Max: processador Qualcomm Snapdragon 600 quad core de 1.7 GHz, 2 GB de RAM, 16 ou 32 GB de armazenamento, tela de 5.9 polegadas Full HD (1920 x 1080 pixels), sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean, com a interface HTC Sense 5.5, câmera frontal de 2.1 megapixels, e câmera traseira com sensor UltraPixel (da HTC), além de slot para cartões microSD de até 64 GB.

Via Phone Arena