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O vírus Zika continua se propagando pela América do Sul, com alguns focos em outros continentes. Uma das diferenças desta para outras epidemias é a dificuldade na cartografia dos focos da doença. Para ajudar nessa missão, a Google anunciou um acordo de colaboração com a UNICEF, com o objetivo de reunir dados, mapear e tentar prever zonas de perigo em potencial.

“Como uma companhia cuja missão é ajudar as pessoas a encontrar a informação, com muita experiência na análise de grandes quantidades de dados, estamos em boa posição para ajudar com rapidez em grande escala. Já temos engenheiros da Google trabalhando com a UNICEF na análise de dados para determinar como mapear e antecipar ao vírus”, comenta Jacquelline Fuller, diretora do Google.org, divisão filantrópica da gigante de internet.

“Também fizemos algumas atualizações em nossos produtos para que a informação sobre o Zika seja mais acessível, e estamos doando para a UNICEF US$ 1 milhão para ajudar nos esforços”, completa Fuller.

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As atualizações são, entre outras coisas, nos resultados de busca mais precisos sobre o vírus em 16 idiomas, assim como campanhas de informação e conscientização no YouTube e ao longo da internet, para que as pessoas possam conhecer mais sobre esta pandemia.

A crise do Zika foi declarada uma emergência sanitária global pela Organização Mundial de Saúde em fevereiro. Isso aconteceu quando os primeiros casos fora da zona de risco foram detectados. Especialistas estimam que, para o final de 2016, mais de 4 milhões de pessoas serão afetadas por essa ameaça.

Via The Verge, Google