Em dezembro, se levarmos em conta apenas os cinemas RealD norte-americanos, foram oferecidos mais de 100 milhões de óculos 3D aos espectadores e, ainda que a grande maioria eram recicláveis, segue sendo várias toneladas de plástico em forma de óculos. Segundo a empresa Ceroplast, estes óculos não são biodegradáveis, e se, pelo menos, 10 milhões de pares terminam no incinerador, o resultado das emissões de CO2 seria o equivalente à queimar 50 mil litros de gasolina. Sabendo disso, a marca Oculus3D (cujo co-vundador, Lenny Lipton é o antigo diretor de tecnologia do RealD), fabricaram óculos biodegradáveis de ácido poliático, com a intensão de colocá-los na salas de cinema no próximo verão (do hemisfério norte). E é sempre bom que se tenha a devida consciência ecológica, aliada à tecnologia.

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