O porta-voz da companhia, Arthur Huang, afirmou que aumentou mais 10% o salário dos trabalhadores da Foxconn, além dos 20% já anunciados, resultando em um aumento de 30%, e que este aumento será implantado de forma imediata. O mercado, por sua vez, não recebeu a notícia com o entusiasmo esperado, e as ações da empresa caíram mais 2% depois do anúncio, por causa do temor de que este aumento signifique também aumento de custos de produção.

Mas o pior de tudo é que as mortes continuam na Foxconn. O último caso confirmado é de Yan Li, um engenheiro cuja família alega que faleceu por puro esgotamento, depois de uma jornada de trabalho sem descanso de 34 horas seguidas. Em virtude disso, a família do falecido reclama uma indenização de 250 mil yuans (ou 25 vezes o salário médio anual de um operário). A Foxconn se recusa a pagar esta indenização, uma vez que eles não se sentem responsáveis pela morte, e promete cobrir todos os gastos de funeral para a família.

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