facebook - Ficamos de saco cheio do Facebook?

Todo mundo sabe como o Facebook cresceu de forma exponencial, e é difícil encontrar alguém que não está nessa rede social. Muita gente acha que a internet é o Facebook, e está preso a tal conceito. Mas também muita gente está se desapegando do serviço.

Um recente estudo da Nielsen mostra que, pela primeira vez, o Facebook perdeu 4% do tempo de permanência dos usuários no site. Esse é o índice que mais importa para Mark Zuckerberg, e a pior parte é que não foi uma queda setorial, mas sim resultado de um aumento de uso da Google.

A Gigante de Mountain View aumentou em 5% a sua retenção de usuários entre agosto de 2016 e novembro de 2017. Mas nem tudo é tão bom quanto parece: o principal beneficiado é o YouTube, que cresceu 30% no mesmo período.

 

estudo facebook - Ficamos de saco cheio do Facebook?

 

Poderia ser ainda pior para o Facebook, se a empresa não tivesse o Instagram e o WhatsApp, que não param de ganhar usuários e equilibram os números. Considerando os dois serviços, o crescimento global da ‘empresa’ Facebook foi de 4%. Porém, de novo, é um crescimento fictício.

É difícil dizer se o Facebook foi incapaz de entender a nova forma de consumo de conteúdo através dos vídeos, que é onde o YouTube é muito forte. Ou talvez as próprias mudanças no feed de notícias que deixaram o serviço irritante para muita gente. Ou até as discordâncias nos pontos que tocam a privacidade.

De qualquer forma, é um cenário que entrega um futuro inquietante para a rede social.

 

mark zuckerberg - Ficamos de saco cheio do Facebook?

 

Por outro lado, o Facebook segue como rei indiscutível entre as redes sociais, e essa perda pode apenas ser um sinal de alerta para Mark Zuckerberg resolver o problema. Por outro lado, o próprio Zuck reconheceu que não se preocupa tanto com o tempo online dos usuários, mas sim em alcançar o maior número de usuários possível.

Porém, Zuck parece ter claro qual é a solução do problema: reparar o feed de notícias, com conteúdos com mais engajamento e evitando as fake news.

 

Via Business Insider