iphone-teaser

 

Oito meses depois do início da polêmica do iPhone de San Bernardino, o FBI volta a exigir o desbloqueio de outro iPhone de outro falecido terrorista.

O smartphone em questão pertencia à Dahir Adan, que apunhalou 10 pessoas em um centro comercial em Minnesota (EUA). Os federais agora avaliam suas opções técnicas e legais para desbloquear o dispositivo.

Nada foi dito sobre o modelo ou versão operacional do dispositivo. São dois fatores essenciais para determinar o procedimento, já que a partir do iOS de 2014 a Apple começou a cifrar os dados dos seus smartphones, de modo que nem eles pudessem ter acesso aos dados.

Nem Apple, nem FBI fizeram maiores declarações. Vamos esperar para ver o que acontece, e como os dois lados procedem para evitar as hostilidades da primeira metade de 2016, gerando um grande debate sobre a privacidade e uso dos dados dos usuários.

 

 

Ceder ou não ceder os dados?

 

O caso do iPhone de San Bernardino iniciou um interessante debate sobre até que ponto as empresas de tecnologia deveriam facilitar para autoridades os dados privados dos seus clientes.

Diante do tema, vimos atitudes tão opostas como a da Apple, que se negou a facilitar os dados, e do Yahoo, que facilitou o trabalho da NSA no acesso aos seus e-emails.

O caso de San Bernardino chegou ao fim com o FBI garantindo que não precisou da ajuda da Apple, pagando US$ 1 milhão por um exploit. Pouco depois, descobriu que o exploit não funcionava nos modelos mais modernos do iPhone, e que bastava pagar US$ 100 em componentes para violar os dados.

E agora? O que vai acontecer?

Via Wired