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O Facbeook tem como política censurar quase tudo que implica em nudez, e ainda que muitos entedem que isso é algo retrógrado, há algumas situações que não só não se resolvem, como chegam a extremos inimagináveis.

Um exemplo claro está no caso onde o Facebook não conseguiu diferenciar a foto “O Terror da Guerra”, vencedora do prêmio Pulitzer (foto que ilustra o post), que foi vista como algo negativo porque “há uma nudez infantil”.

O jornalista norueguês Tom England enviou a foto para a sua conta no Facebook para criar um conteúdo chamado “fotos que mudaram a história da guerra”, mas a imagem rapidamente ela foi suprimida e sua conta suspensa.

 

Uma polêmica desnecessária

O caso ganhou força, e até o primeiro ministro da Noruega se envolveu no assunto, mas todos que tentaram enviar foto novamente viram a mesma ser eliminada, sem maiores explicações e sem sequer ter tempo dos implicados explicarem ou se defenderem.

Em comunicado, o Facebook explica que, ainda que reconheça a foto como icônica, que custa para eles distinguirem esta imagem de outras que também mostram a nudez infantil que são proibidas, e reconhecem que buscam sempre um equilíbrio, ainda que suas soluções não sejam perfeitas.

A resposta é simplesmente ridícula. É preciso ser um cego para não ver as diferenças que apresentam esta foto com outras que podem (e devem) ser censuradas. em todo caso, mostra como a política do Facebook é mais que questionável.

Via The Guardian