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Os alertas são frequentes. Não faz muito tempo que foi divulgado um relatório sobre os wearables, que revelava que os produtos estão vendendo muito, mas não estão conseguindo conquistar os usuários ao longo do tempo. Agora, um novo estudo relembra as empresas do setor como as coisas devem ser feitas.

Parece algo bem óbvio, mas segundo o estudo da Forrester Research, os fabricantes devem começar a trabalhar melhor o seu software para triunfarem no segmento de dispositivos vestíveis. O design é importante, mas no final das contas, se querem dar continuidade ao uso e consolidar a categoria, devem oferecer uma experiência de uso agradável e funções úteis.

O software é o rei

Fazendo uma espécie de “radiografia” na maioria das pulseiras quantificadoras já lançadas, vemos que todas fazem basicamente o mesmo: conta os passos, mede as calorias queimadas e até a qualidade do nosso sono. Algumas fazem isso melhores que as outras, e é justamente aí que os fabricantes devem melhorar.

É fato que algumas empresas fazem isso muito bem, e contam com aplicativos bem completos. Porém, conforme o gadget fica cada vez mais complexo (como é um smartwatch), vemos que oferecer um software bom e ajustado para o produto pode ser algo muito complicado. A Samsung mostrou isso no Galaxy Gear e a Sony ainda não conseguiu afinar a sua segunda geração do SmartWatch, apesar de insinuar que com a SmartBand, as coisas devem mudar muito.

Dos wearables apresentados até agora, o Pebble se destaca como relógio, e o FitBit Flex como pulseira quantificadora. Mesmo assim, tanto um como outro podem melhorar em alguns pontos. A Forrester assinala alguns exemplos de como as empresas podem fazer bons trabalhos nesse segmento, como por exemplo a Nike como Fuelband, e o Jawbone UP.

Veremos se os novos Samsung Gear são capazes de superar essa questão, e se o software está à altura do produto, que tem um ótimo design. Sem se esquecer é claro que todos esses fabricantes lançaram seus produtos com certa pressa, com o objetivo de oferecer o seu dispositivo wearable o quanto antes possível.

Via New York Times