robôs

 

O cenário dos robôs e/ou inteligências artificiais se voltarem contra os humanos é algo que é abordado regularmente na ficção científica. Porém, políticos europeus estão preocupados, e propõem leis que garantem o controle dos robôs.

A proposta inclui a criação de uma nova agência europeia que vai gerenciar questões relacionadas com a inteligência artificial e a robótica, com a exigência que todos os robôs contem com um “kill switch”, permitindo o desligamento completo caso eles fiquem fora de controle.

Além disso, preveem um conjunto de regras que garante a interação segura dos robôs com humanos, em todos os níveis (físico e psicológico).

As regras de trabalho se inspiram nas três leis da robótica propostas por Isaac Asimov:

 

1. Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2. Um robô deve obedecer as ordens dadas por seres humanos, exceto nos casos que as ordens entrem em conflito com a primeira lei.
3. Um robô deve proteger a sua própria existência, desde que essa proteção não entrem em conflito com a primeira ou segunda lei.

 

Sabemos que, mesmo com essas leis, as coisas podem descambar, de acordo com a interpretação. Por isso, Asimov adicionou uma quarta lei, a “lei zero”:

– Lei Zero: acima de todas as outras, um robô não pode causar mal à humanidade ou, por omissão, permitir que a humanidade sofra algum mal.

 

Com ou sem leis, fato é que a inteligência artificial e os robôs vão alterar sensivelmente a nossa sociedade. A proposta também afirma que os países comecem a considerar a criação de uma “renda mínima garantida” para os cidadãos, uma vez que grande parte dos empregos deve desaparecer, já que robôs e sistemas de inteligência artificial serão mais eficientes que humanos em vários setores.

Agora, resta saber se o futuro com robôs será promissor ou trágico.

O tempo dirá.