china-tech

A União Europeia se uniu aos Estados UNidos em uma mensagem contundente à China: ou revejam as novas regras de cibersegurança impostas pelo governo asiático, ou diversas empresas de tecnologia vão abandonar o país em definitivo, mesmo com o descomunal e atraente mercado.

O informe da Comissão Europeia sobre a nova regulação conclui indicando que “a China continua considerando que apenas a tecnologia de segurança desenvolvida pelos chineses pode ser considerada como ‘segura’, e aplicam um conceito de ‘segurança nacional’ que vai além da prática internacional convencional”.

Com essa regulação, o governo chinês exige que os produtos de tecnologia sejam “seguros e controláveis” para serem utilizados no setor financeiro. O problema é que se esses produtos não são desenvolvidos na China, é preciso que eles sejam registrados para que sejam “aprovados”, algo que pode colocar em risco segredos corporativos, dados codificados ou mensagens privadas.

Várias empresas nos Estados Unidos, Europa e Japão mostraram sua preocupação com os vários requisitos necessários para operarem na China, mas também teme que essa regulação se estenda para empresas não tecnológicas, algo que poderia fazer com que muitas delas abandonem o mercado do país asiático.

Christian Borggreen, que faz parte de um grupo de pressão chamado Computer & Communications Industry Association (onde diretores da Google e da Microsoft fazem parte) destacava a oposição desse grupo às exigências do governo chinês, entre as quias estariam o código fonte ou a localização da propriedade intelectual.

Via Reuters