Eu entendo que essa dúvida acabe surgindo. Eu mesmo conheço algumas pessoas que preferem ficar algumas horas curtindo postagens dos outros e cutucando alheios no Facebook do que passar momentos mais íntimos com a namorada, esposa ou amante. E esse grupo de pessoas “peculiares” deve ter sido o motivo para que a Universidade de Cantenbury, na Nova Zelândia, realizasse esse estudo de “fundamental importância”.

Na verdade, o verdadeiro objetivo do estudo era descobrir o que faz as pessoas se sentirem felizes ou infelizes, e os psicólogos que participaram da pesquisa descobriram três níveis de felicidade: pelo prazer, pelo engajamento, e pelo significado. O responsável pelo estudo, Casten Grimm, decidiu utilizar mensagens de texto para se aprofundar nesses níveis, e obter os resultados desejados.

Carsten enviou mensagens para as pessoas envolvidas no estudo três vezes ao dia, durante uma semana, e obteve uma elevada taxa de resposta (97%). E, nessas mensagens, ele descobriu que a atividade que deixa as pessoas mais felizes é – obviamente – o sexo, seguida pelo consumo de álcool e pelo voluntariado. Aliás, os especialistas também descobriram que a culpa pode levar ao prazer, em alguns casos. Ouvir música, passatempos diversos e jogos estão na lista das mais citadas.

Agora, o que surpreende é a lista das atividades que menos oferece a felicidade para os entrevistados. Em primeiro lugar, é o estado de recuperação de uma doença, e em segundo lugar, o Facebook. Ou seja, se você fica horas e horas vendo fotos dos seus amigos virtuais na rede social, você até pode parecer feliz e animado, mas na verdade, o seu coração se derrama em lágrimas.

O estudo informa que o Facebook pode oferecer variantes de humor típicas de uma depressão, assim como o trabalho doméstico, uma mudança e lavar roupas oferecem. E uma última curiosidade: a quinta atividade menos prazerosa para os entrevistados é justamente… o envio e recebimento de mensagens de texto. Será que isso não interferiu no resultado da pesquisa?

Via Daily Mail, CNET