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A Kymeta, uma empresa de telecomunicações, desenvolveu a antena mTenna, que tem um formato diferente do convencional – um octágono praticamente plano, que tem entre 50 e 100 cm de ‘diâmetro’ -, que oferece a vantagem de não precisar se mover para oferecer uma boa conexão dentro dos aviões.

Nos voos comerciais dos EUA, a FCC reserva uma porção entre 300 MHz e 3 GHz para a conectividade ar-terra. Para a conectividade dentro do avião, existe um segmento de apenas 3 MHz, e não é possível fazer muita coisa com isso. A ideia passa por utilizar frequências muito mais altas e com menor tráfego. A FCC já define o aproveitamento dessas bandas, bastando que uma tecnologia se conecte à elas.

E essa antena vai permitir isso, evitando a necessidade de colocar dispositivos móveis na fuselagem, o que afetaria a aerodinâmica dos aviões e a segurança dos voos. Sem falar que a nova antena consome muito pouca energia.

A empresa está trabalhando com empresas como Honeywell e Immarsat para desenvolver e fabricar a antena em escala comercial, mas essa tecnologia só deve chegar ao mercado em cinco anos.

Via Wired