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Vivemos a era da mobilidade. Não estamos mais satisfeitos aos limites das nossas casas, escritórios e estabelecimentos comerciais para consumir e produzir conteúdos. Hoje, queremos fazer isso em qualquer lugar, a qualquer momento, com praticidade. E os notebooks foram os produtos que iniciaram esse novo momento do consumo de tecnologia.

Para diversos momentos, os tablets e os smartphones não conseguem substituir os notebooks, principalmente no quesito produtividade. A precisão do teclado físico, a versatilidade de um sistema operacional completo e o desempenho de um equipamento capaz de realizar tarefas mais pesadas são fatores que ainda fazem a diferença para um grande número de usuários. E esse post é pensado naqueles que planejam aproveitar o final do ano para a aquisição de um novo notebook. Ou até mesmo pretendem comprar o primeiro computador portátil.

O que você verá a seguir são dicas simples, porém, importantes, que precisam ser relembradas de tempos em tempos, para que a escolha seja a mais acertada possível. Apesar da maioria dos fabricantes oferecerem produtos com elevada qualidade, as especificações técnicas ainda variam bastante entre os modelos, e em muitos casos, aquele usuário com necessidades mais básicas não necessariamente precisa comprar o equipamento mais poderoso. Vejamos:

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1.      Qual é o seu perfil de uso?

Os usuários de tecnologia se dividem em diferentes níveis. Para usuários com necessidades mais básicas (edição de textos, navegação na internet, redes sociais, vídeos, etc), em muitos casos, um computador de porte intermediário é mais do que suficiente para que essas atividades sejam realizadas sem maiores problemas. Já os usuários intermediários (produtores de conteúdos de texto, profissionais liberais, executivos, etc), podem preferir um produto que combine mobilidade e desempenho, como é o caso dos ultrabooks. Para os usuários avançados (editores de áudio e vídeo, gamers, etc), um produto que entregue o máximo de performance é mais do que necessário. 

2.      Sistema operacional? Qual é o melhor?

Aquele que é melhor PARA VOCÊ! É um mito dizer que um sistema é melhor que o outro. No final das contas, tudo depende da capacidade do usuário em desenvolver o seu trabalho diante do equipamento. É claro que a maior parte dos notebooks do mercado conta com o sistema operacional Windows (da Microsoft), e ele funciona muito bem para todos os tipos de usuários. Outros podem até optar pelo Linux e suas diversas distribuições, principalmente para tarefas consideradas mais simples. Mas se você pensa em realizar tarefas mais pesadas, e precisa combinar elevado desempenho com maior estabilidade, talvez seja mesmo o caso de você investir um pouco mais em um portátil com o sistema Mac OS (da Apple).

3.      Processador não é tudo nesse mundo

Ter um processador competente é muito bom em um computador, mas faz algum tempo que isso deixou de ser o item decisivo na hora de comprar um notebook. Outros aspectos passaram a ser muito importantes na hora da compra, como a memória RAM (tanto em quantidade, quanto em velocidade) a GPU (responsável pelo gerenciamento da reprodução dos elementos gráficos na tela), a capacidade de armazenamento, o tipo de armazenamento (se é um HD convencional, ou uma SSD – que oferece melhor performance – ou até mesmo uma unidade híbrida), o tamanho e a qualidade da tela, aspectos físicos gerais, entre outros fatores.

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4.      Se prepare para a mudança (se for um equipamento novo)

Um novo notebook significa uma migração dos dados do equipamento antigo para o novo. Faça um estudo sobre o processo, e em caso de dúvida ou receio (afinal, são os seus dados que estão no equipamento antigo), peça a ajuda de um profissional para realizar a tarefa.

5.      Um período de testes depois da compra é algo sempre bem vindo

Hoje em dia se tornou mais comum realizar as compras pela internet. Por conta disso, fica difícil testar o equipamento antes de concluir a compra. O Código de Defesa do Consumidor (Artigo 49) prevê que o cliente tem um prazo de até 7 (sete) dias corridos após a entrega do produto para desistir da compra. É o chamado “Direito de Desistência por Arrependimento”. Ou seja, vale a pena utilizar esse prazo para testar o produto, e identificar se ele é realmente o que você esperava.

6.      Pesquise. E muito

Em um tempo onde a internet é um poderoso veículo de comunicação e informação, é simplesmente inadmissível não pesquisar na mesma internet os detalhes da futura compra. Pesquise não apenas o preço, mas os detalhes técnicos do equipamento, o fabricante, a experiência de outros usuários, a experiência de pós venda e assistência técnica daquela marca, a loja ou e-commerce onde você pretende fazer a compra… enfim, colete o máximo de informações para que você tome a decisão mais acertada possível. Afinal de contas, para muitas pessoas, a compra de um novo notebook é um investimento, mesmo que o produto seja utilizado apenas para as atividades mais triviais.

Acredito que essas dicas são essenciais para que a sua experiência de compra seja a mais completa possível. E que o seu novo (ou primeiro) notebook torne a sua vida mais prática e eficiente. E que o produto seja uma ferramenta efetiva para indicar novos horizontes e perspectivas.

Esse material é um oferecimento da loja Shopfato. Confira as opções de notebooks na loja virtual e escolha o seu. Aproveite, você pode fazer a compra em até 12x!

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