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Dizer qual é a nossa plataforma preferida, ou qual é o jogo que mais estamos esperando, é fácil. Difícil é dizer quem venceu ou perdeu com um evento do porte da E3. Nesse post, temos uma compilação das surpresas e decepções do evento. Na minha opinião, é claro.

Vencedores

Xbox One

A Microsoft aprendeu muito com as lições do ano passado. No lugar de apresentar um monte de serviços, apresentou esse ano um catálogo sólido de jogos interessantes (alguns deles impressionantes) para o Xbox One.

Nintendo

O Wii U pode não estar no mesmo nível de hardware do PS4 ou Xbox One, mas está bem claro que tem um público fiel. Pequeno, porém, fiel. Nessa E3, os japoneses não se esqueceram de suas franquias mais populares, e conseguiram entusiasmar os seus fãs e não tão fãs assim, mostrando que ainda sabem fazer um grande evento.

Halo Master Chief Collection

É assim que deveria ser todas as edições de colecionador de uma saga. A possibilidade de jogar com os motores gráficos originais ou melhorados, os mais de 100 mapas multitplayer, a seção de missões e outros elementos fazem de Halo Master Chief Collection uma declaração de amor aos fãs da série.

Os jogos independentes

Tanto Sony como Microsoft deram um pouco mais de destaque aos estúdios independentes. Não é para menos: jogos como Valiant Hearts ou No Man’s Sky são autênticas obras de arte, não deixando nada a desejar em relação aos trabalhos realizados por grandes estúdios.

As novas ideias no multiplayer

Se Titanfall teve tanto sucesso, é porque ele foi além do conceito de dois equipamentos diferentes, e adicionou componentes novos para aperfeiçoar a jogabilidade. Em 2014, temos dois jogos que chamaram a atenção por conta dos seus modos multiplayer: Sunset Overdrive no Xbox One, e Spplatoon no Wii U. Os dois apresentam ideias novas ao modo multijogador.

Perdedores

A conferência da Sony

Não esotu aqui criticando o catálogo dos japoneses, mas em um evento de videogames, o que eu quero ver são os jogos, e não assistir intermináveis apresentações corporativas ou de serviços. A primeira parte do evento da Sony foi brilhante. A segunda, foi terrível.

Kinect

A Microsoft anunciou recentemente o lançamento de um Xbox One sem Kinect, e já reconheceu que o periférioco consome recursos do console que poderiam ser dedicados a aumentar a qualidade gráfica. Para arrematar, os jogos para Kinect se destacaram pela sua ausência na apresentação da Microsoft na E3 2014. Ou seja, o Kinect é um dispositivo maravilhoso, mas o pessoal de Redmond precisa buscar uma forma de integrá-lo nos jogos que realmente interessem aos usuários.

Os vídeos, que de tão prévios, não são nem beta

Todo mundo gostaria de voltar a ver jogos em uma sequência cinematográfica, mas de uma sequência de trailer preview até a versão final do jogo temos meses e meses de intervalo. E se você não tem nada minimamente acabado para mostrar do jogo, é melhor não apresentar nada.

Os eternos projetos

Star Wars: Battlefront e Mirror’s Edge 2 são dois jogos promissores e muito esperados, mas vamos levar muito tempo escutando sobre eles, e isso cansa. Os vídeos desses jogos só conseguem fazer com que os gamers sonhem com aquilo que pode chegar ao mundo um dia, e no final das contas, temos a triste realidade que vamos passar um ano inteiro sem esses jogos, até a próxima E3. Ao menos a Sony teve a decência de não mostrar nada do jogo The Last Guardian.