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E se as senhas fossem coisa do passado, e o seu smartphone fosse capaz de detectar o seu dono estudando apenas a forma como ele escreve na sua tela? É esse o sistema que a empresa Lockheed Martin desenvolveu para a NSA, mas não sabemos se eles estão utilizando a solução com os seus agentes ou como método de identificação mais avançado.

Segundo explica um dos responsáveis do projeto, o seu software (conhecido como Mandrake) analisa a curva, a velocidade da pulsação e a aceleração do usuário ao utilizar o teclado deslizável Swipe. Comparam sua precisão com a análise de uma assinatura feita à mão: “as pessoas podem falsificar a sua letra em duas dimensões, mas não podem fazer isso em três ou quatro dimensões.”, se referindo sobre a pressão exercida sobre o papel e o tempo que demora para realizar cada traço.

Entre os possíveis usos dessa tecnologia está a de oferecer um acesso rápido aos profissionais da área de emergências: “se você está na estrada, não vai digitar 12 caracteres complexos para se autentificar.”, além de se referir à tecnologias de identificação biométrica, reconhecimento de voz e até o modo de caminhar de uma pessoa que estão em desenvolvimento.

Porém, muitos alertam sobre o possível perigo para a privacidade. Afinal de contas, a NSA não é a entidade mais confiável do planeta, ele es podem muito bem utilizar esse novo sistema como parte do seu programa de vigilância global.

Até agora, não há nenhuma comprovação disso, mas não deixa de ser mais um ponto de observação saber que a NSA se interessa por um software com essas características.

Via Netxgov