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Um grupo de cientistas e engenheiros da Universidade de Londres desenvolveu uma inteligência artificial que é capaz de analisar documentos legais e julgar casos, oferecendo o resultado final e obtendo conclusões do mesmo.

Para isso, os seus criadores alimentaram o algoritmo que serve de base à essa inteligência artificial com 600 casos já resolvidos e relacionados com a proteção dos direitos humanos, e os resultados foram surpreendentes.

O “juiz” foi capaz de identificar e analisar documentos inteiros com tudo o que é relacionado ao caso, incluindo o argumento de fato e de direito, e não só entendeu e assimilou, mas também buscou e reconhecer padrões e conceitos concretos.

O sistema identificou 79% dos vereditos emitidos nos mesmos casos analisados pelos órgãos judiciais integrados por humanos, de modo que podemos dizer que o nível funcional dessa inteligência artificial é mais que aceitável.

Porém, é evidente que a ideia das máquinas nos julgarem não só é algo pouco atraente, como é pouco provável que vire realidade, por todas as questões morais que implica.

 

Via Neowin