Pesquisadores da Escola de Engenharia de Viterbi, na Carolina do Sul (EUA), desenvolveram um robô capaz de identificar os materiais recolhidos não através da vista ou complexos sistemas de análise química, mas sim através de um sensor de toque de alta precisão.

O dispositivo recebe o nome de BioTac, e imita o formato básico do que seria o dedo de uma pessoa, com um interior líquido coberto por uma capa de pele sintética, que conta com suas próprias digitais, para uma melhor sensibilidade do robô a vibrações. Com paciência e uma grande base de dados, os cientistas ensinaram o robô a reconhecer 117 materiais comuns, mediante “movimentos exploratórios”, conseguindo acertar 95% dos resultados.

Mas os carpinteiros e designers de moda tem muito pouco a se preocupar, pois o BioTac será capaz de reconhecer texturas com uma precisão absurda sim, mas pelo menos por enquanto ele é totalmente inútil na hora de decidir quais produtos são os mais agradáveis ao tato. Sua aplicação mais interessante parece ser mesmo as próteses humanas, e seus criadores já buscam companhias que estão interessadas em adquirir esta tecnologia.

Via Viterbi.usc.edu