drone

 

Os drones podem ser muito úteis para vários segmentos, inclusive para complexas missões militares. O problema é utilizar ferramentas caríssimas para neutralizar possíveis ameaças.

Nessa semana, tomamos conhecimento que o Exército dos Estados Unidos demonstrou as dificuldades das forças armadas em combinar eficiência e questões econômicas, quando um drone vendido pela Amazon que custa US$ 200 foi eliminado (por ser considerado uma ameaça) por um míssil no valor de US$ 3.4 milhões e peso médio de 680 quilos.

Lembrando que em nenhum momento o Exército dos Estados Unidos afirmam que foram eles que fizeram isso, e não especificam o país que realizaram tal absurdo.

Por que tomaram essa decisão? Porque é isso o que o protocolo de ameaças fala. Não há nada específico sobre os drones. Era uma aeronave não identificada, que gerava um problema de defesa aérea que tinha que ser neutralizado.

O prejuízo foi enorme e mostra uma grave vulnerabilidade diante das novas ferramentas tecnológicas que os inimigos das forças armadas começam a utilizar, resultando em elevados custos operacionais.

É um exagero sim, mas até que o Exército dos Estados Unidos e seus aliados não adquirirem novas tecnologias e atualizarem os protocolos de reação, os inimigos vão continuar a explorar essas falhas. É preciso reconhecer a natureza da ameaça antes de atuar, e é primordial contar com novas soluções anti-drones, e muitas dessas soluções ainda são projetos em desenvolvimento nesse momento.

Sem falar que a implementação das soluções passa por um trâmite burocrático que, irremediavelmente, coloca as forças armadas em clara desvantagem.

 

 

 

Via Quartz