smartphones

 

Cientistas da King Abdullah University of Science and Technology da Arábia Saudita deram forma a um sistema de autodestruição para smartphones que é viável, econômico e pode ser adotado sem problemas nos dispositivos de consumo geral.

O segredo está no uso de uma capa com um polímero especial aplicada a um chip de silício que se integra no dispositivo, que permanece inativa, deixando que o mesmo possa funcionar até o usuário decida ativá-la.

Essa ativação acontece quando o conjunto sobe sua temperatura acima de 80 graus, provocando um processo de expansão que vem de dentro, destruindo o dispositivo. Para aquecer o polímero a esse ponto, basta aplicar uma potência elétrica de 500 miliwatts.

É possível ajustar a temperatura para adequá-la às necessidades especiais de cada cliente. A destruição completa é concluída em, no máximo, 15 segundos, funcionando com chips de até 90 micrômetros.

 

 

Os especialistas agora trabalham para que o recurso funcione em diferentes situações, com algumas delas atuando de forma automática, como em casos de identificação uma desmontagem anormal ou em outros materiais, que incluam a introdução de um determinado código antes da destruição.

A melhor parte é que os custos de integração dessa tecnologia nos smartphones seria muito baixo: na casa de US$ 15.

 

Via PhoneArena