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Um estudo centrado nos Estados Unidos revela que a idade média que as crianças recebem o seu primeiro smartphone caiu para os 10.3 anos. Um dado surpreendente, que devemos relacionar com outro igualmente importante: 39% dessas crianças abrem a sua primeira conta em uma rede social aos 11.4 anos.

É claro que devemos ter uma mente aberta em via de regra, mas muitos entendem que essa tendência é inapropriada, e não sendo algo positivo para a formação das crianças, sem falar nos riscos para a sua própria segurança e desenvolvimento emocional. Entidades como a Associação Japonesa de Pediatria já confirmaram em outros estudos que o início muito cedo das crianças no uso dos smartphones e tablets podem ter consequências nada desejáveis, como por exemplo produzir atrasos no seu desenvolvimento, gerando tendências impulsivas e afetando na sua capacidade de auto-controle, além de derivar em possíveis alterações do sono, condutas agressivas e viciações.

Soma-se à isso o possível isolamento e o risco que uma criança corre de poder interagir livremente com um dispositivo que oferece acesso à internet e às redes sociais, um detalhe que mostra um cenário claro que deveríamos evitar. Porém, alguns pais mostram uma tendência contrária. Infelizmente.

Via HotHardware