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Não é a primeira vez que falamos no blog sobre a refrigeração líquida dos novos Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge. Já mencionamos como esse sistema é encarregado de fazer com que os dois smartphones dissipem muito melhor o calor em funcionamento. Agora, a Samsung mostra muito mais destalhes sobre o recurso.

Em uma entrevista, várias perguntas são feitas aos engenheiros do sistema do smartphone, onde é possível descobrir por exemplo o que levou a Samsung a pensar nessa solução, e quais são os segredos de sua implementação. A empresa reconhece que a nova arquitetura e desempenho dos novos Galaxy S7 e S7 Edge obrigou a planejar em uma maneira de dispersão o calor de forma mais efetiva.

E assim nasceu o sistema de refrigeração, onde os dois smartphones foram otimizados desde o começo, funcionando como uma espécie de ‘estrada’ em que, dependendo do tráfego e do congestionamento, se utilizam determinadas vias para que tudo flua com facilidade.

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Com isso, a Samsung conseguiu evitar a queda de velocidade do clock da CPU quando altas velocidades são alcançadas (como acontece com outros smartphones) e, por tanto, não influenciar no desempenho do dispositivo nas tarefas mais exigentes. Entre as peças essenciais do sistema, se encontram o dissipador térmico, um fino tubo de apenas 0.4 mm de diâmetro com líquido refrigerante que se transforma em vapor quando alcança uma determinada temperatura, dispersando-se para depois voltar ao seu estado líquido original.

Algo que provavelmente você não sabeia é que essa ideia não está limitada ao hardware do equipamento. Também há um software para que tudo funcione perfeitamente. Isso se encarrega de fazer os cálculos adequados e otimizar o algoritmo de controle de calor para minimizá-lo e cumprir com esse objetivo.

Logo, hardware e software trabalham juntos, e por mais inovador que seja, um não pode viver sem o segundo, para obter assim um desempenho perfeito no final das contas.

Via Android Community, Samsung Newsroom