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Um dos objetivos mais buscados pelos pesquisadores é conseguir criar baterias com maior capacidade, mas os aspectos de segurança e o tamanho também pesam na balança durante as pesquisas. A Universidade de Michigan parece ter encontrado um equilíbrio nisso, ao fabricar pacotes de íons de lítio mais seguros e finos ao mesmo tempo.

Para isso, eles desenvolveram membranas nanométricas baseadas em Kevlar, que isola os eletrodos em uma bateria ao mesmo tempo que permite que os íons de lítio passem para criar um circuito. Essas capas ultrafinas não só reduzem as possibilidades de curto-circuito, mas também permite armazenar mais energia no mesmo espaço.

Por exemplo, é possível aplicar essa tecnologia para criar baterias mais finas, pensadas nos smartwatches e outros pequenos dispositivos, sem sacrificar a vida útil da bateria. A melhor parte é que, longe de ser um projeto sem aspirações comerciais, os pesquisadores criaram a sua própria empresa para produzir em massa os primeiros modelos.

Com o nome Elegus Technologies, as primeiras baterias devem aparecer no quarto trimestre de 2016, de modo que teremos que esperar pacientemente para ver uma dessas novas baterias em nossos dispositivos.

Via Universidade de Michigan