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Em 2015, as ações da Apple alcançavam máximas históricas, acima de US$ 700 bilhões. Agora, depois de um período de patamares mais baixos, voltamos a testemunhar um recorde, ao superar a marca de US$ 714 bilhões.

O aumento repentino (mais de 17% desde o começo ano, e mais de 50% em relação ao valor registrado em maio de 2016) está relacionado com o recorde de vendas dos iPhones no último trimestre de 2016, contrariando todas as expectativas. Também está associado às expectativas para o novo iPhone, que será apresentado no terceiro trimestre.

Para a Apple, vender iPhones caros e com design imutável não é um problema. E se as pessoas pagam para ter um modelo assim, o que dizer quando o iPhone realmente for reformulado, lembrando os tempos dos primeiros iPhones?

É óbvio que grandes expectativas podem resultar em grandes desilusões. O que realmente pode se fazer presente no próximo iPhone? A tela OLED? Carregamento sem fio?

Fato é que o mercado sente saudades de ser “maravilhado” por um gadget que se torne um objeto de desejo.

E já é tempo do iPhone voltar a fazer isso.