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Assim como aconteceu em mais de 100 países, o Apple Music desembarcou hoje (30) no Brasil. E com a sua chegada, um dos poucos mistérios que persistiam em relação ao serviço foi revelado: o seu preço.

A Apple aproveitou os recursos presentes na Beats para incorporar no seu novo serviço de streaming. Uma prova disso é o recurso de recomendação de músicas, que é feita por especialistas, e não por algoritmos. No Brasil, também estará disponível a rádio Beats 1, onde os usuários poderão ouvir setlists ao vivo feitas por DJs e conteúdos diferenciados, como entrevistas e shows (todo o conteúdo em inglês).

O Apple Music estreou com mais de 30 milhões de músicas, incluindo as faixas do último disco da Taylor Swift e músicas de artistas e bandas independentes. A quantidade de canções é semelhante ao que o Spotify oferece hoje, com algumas exclusividades (a primeira delas é a nova música de Pharrell Williams, ‘Freedom’). As faixas são ofertadas em qualidade AAC a 256 Kbps, e o usuário pode enviar as suas próprias músicas e sincronizá-las com a sua biblioteca do Music (hoje, 25 mil arquivos, mas com o iOS 9 esse limite vai para 100 mil).

Os antigos assinantes do Beats Music poderão migrar para o Apple Music, incluindo toda a biblioteca salva e playlists. O Apple Music já oferece a degustação de três meses para os dispositivos com iOS 8.4, ou via iTunes para Windows ou OS X. Os usuários do Android terão que esperar mais um pouco, e quando o aplicativo for lançado, terão que pagar desde o primeiro mês.

No Brasil, o Apple Music vai custar US$ 4,99 no plano individual, e US$ 7,99 no plano familiar. Valores similares ao que são cobrados hoje pelos principais concorrentes no segmento, incluindo o Spotify.