apple music festival

A Apple decidiu cancelar o Apple Music Festival, que começou em 2007.

No evento, que comemoraria os seus 10 anos em 2017, passaram todos os tipos de artistas de todo mundo, e o cancelamento encerra outro ciclo, que pode ser o início de uma nova fase na Apple.

O Apple Music começou em 2007, com o nome de iTunes Festival, em Londres (Reino Unido). Um mês de música, onde a cada noite do mês de julho teria uma performance diferente. Tudo de graça, para funcionários da Apple e grande público, que poderia obter os ingressos por sorteio em diferentes plataformas.

 

 

Na primeira edição, estiveram presentes artistas como Amy Winehouse, Mika ou Ludovico. Em 2008, o festival contou com John Legend, The Pretenders e McFly, entre outros.

O iTunes Festival encontrou a sua estabilidade em Roundhouse, que recebeu todas as edições do evento entre 2009 até 2016. Nesse tempo, astros como Franz Ferdinand, Mumford & Sons, Foo Fighters, Adele e Bruno Mars embalaram as noites musicais do evento.

 

 

2014 foi o último ano em que o festival aconteceu durante um mês inteiro. Depois disso, o evento passou por mudanças, passando a acontecer em setembro, e em número de dias menor. O evento ganhava popularidade, e artistas mais consagrados passavam a participar dos shows, como The Killers, Lady Gaga, Muse, Elton John, Katy Perry ou Pharrell Williams.

Os últimos anos ficaram marcados pelo interesse de diferentes veículos em transmitir o evento ao vivo, deixando claro o ótimo trabalho feito pela Apple.

 

 

A nona e décima edição do festival se chamaram Apple Music Festival, reforçando assim a ideia da nova plataforma de conteúdo musical por streaming da empresa. Com o novo nome, veio a redução para dez noites de shows, no final do mês de setembro. O modo de distribuição do evento também mudou, onde a própria Apple transmitiria tudo via iTunes. Nessa época, artistas como Ellie Goulding, One Direction, The Weekend ou Robbie Williams foram nomes ativos no evento.

A essência do festival se manteve a mesma ao longo dos anos: oferecer música ao vivo de graça para um grupo reduzido de pessoas. Agora, a Apple suspende o festival para deslocar esses recursos para iniciativas que agregam valor a longo prazo, como patrocinar festivais de maior envergadura ou desenvolver programas para a sua plataforma de vídeos.

Mesmo assim… o Apple Music Festival vai fazer falta.