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Ao serem questionados se a Apple vai lançar a sua versão de um Surface Book, tanto Tim Cook, CEO da empresa, como Phil Schiller, vice-presidente de marketing, responderam com um contundente “não”.

Na opinião dos dois, o Surface Book possui um problema na experiência de uso, por entenderem que a convergência de uma interface de desktop, centrada na presença de um mouse ou teclado, não é igualmente comoda na sua adaptação para um sistema portátil.

Uma vez que o OS X foi concebido e desenvolvido sobre a base do teclado e mouse, a Apple considera que adaptá-lo para uma interface touch não seria uma decisão acertada, já que se perderia a experiência de uso chave do mesmo, não oferecendo bons resultados para o usuário. Aqui, fica claro que a Apple não vê a convergência com os mesmos olhos de outros fabricantes. Mas isso, nesse momento.

Todo mundo sabe como a Apple “queimou a língua” ao criticar o Surface. Anos depois, eles mesmos admitem isso com o iPad Pro, que apesar de contar com o iOS e não o OS X, bebe diretamente da essência do produto da Microsoft, que no passado foi definido por Tim Cook como um “híbrido horrível”.

Sem falar que o Surface Book conta com o Windows 10, um sistema operacional mais versátil e totalmente adaptado para os formatos desktop e mobile, o que torna as coisas mais dinâmicas para o usuário na sua experiência.

Será que a Apple vai de novo queimar a língua no futuro em relação ao Surface Book? Acabarão apresentando um “Apple Book” daqui a dois ou três anos, com a mesma ideia base do produto da Microsoft, mas chamando de “mágico e revolucionário”?

Vamos dar tempo ao tempo.

Via WCCFTech