antivírus

 

Softwares antivírus são considerados indispensáveis para a maioria dos usuários, mas alguns especialistas alertam que esses programas podem deixar os equipamentos ainda mais expostos.

Proteger o sistema é uma excelente ideia. É impossível ficar sem uma proteção aos dados conectado na internet.

Mas desenvolvedores de alguns navegadores populares como Firefox ou Chrome acusam esses programas de serem muito intrusivos no sistema operacional para realizar uma verificação mais apurada, espiando o que o computador lê ou grava no disco, na memória, transferência de arquivos, entre outros.

Com isso, a vida dos navegadores fica dificultada, apresentando problemas secundários como consumo excessivo de memória, interferência em conexões seguras e até induzir a novas vulnerabilidades.

Em 2016, o Project Zero da Google identificou 25 vulnerabilidades de alto risco em produtos de segurança da Symantec/Norton, mas o mesmo acontecem com praticamente todos os fabricantes de softwares antivírus, como Kaspersky, McAfee, Eset, Comodo, Trend Micro e outros.

Curiosamente, o Windows Defender é uma exceção, como exemplo de software bem feito.

Ou seja, se você é usuário do Windows, a melhor coisa a fazer é deixar o Windows Defender trabalhar sozinho em sua máquina.

 

Via ArsTechnica