Ele nem chegou ao mercado, mas já fazem previsões do quanto que ele pode vender. O analista da empresa Asymco, Horace Dediu, afirma que o novo iPhone, se lançado mesmo em setembro como muitos dizem, pode alcançar a expressiva marca de 170 milhões de unidades vendidas nos próximos 12 meses.

Só para comparar, no último ano fiscal, a Apple vendeu mais de 200 milhões de iPhones ao redor do planeta, de todas as suas versões atuais combinadas (iPhone 3GS, iPhone 4 e iPhone 4S). Se a previsão se confirmar, as vendas do novo iPhone devem representar pelo menos 85% do volume total de vendas de smartphone da empresa.

Para chegar nesse número, o analista cita o chefe de marketing da Apple, Phil Schiller. Durante o seu depoimento na famigerada “guerra de patentes” entre Apple e Samsung, Schiller declarou as projeções de vendas de um novo modelo do iPhone, afirmando que “cada nova geração do smartphone vende aproximadamente a mesma coisa que todas as últimas gerações combinadas”.

Com isso, Dediu “deduziu” (sem trocadilhos, por favor…) que o iPhone 3G vendeu a mais que o iPhone original (o de 2007) quatro vezes mais, e que o iPhone 3GS vendeu o mesmo que o iPhone 3G, ambos no seu primeiro ano. O iPhone 4 derrotou em vendas as três últimas versões combinadas no primeiro ano, e o iPhone 4S vendeu aproximadamente a metade do volume de vendas das quatro últimas versões combinadas. Levando em consideração que o 4S vai permanecer no mercado por pelo menos mais um ano, ele ainda vai sobreviver por pelo menos mais uma nova versão do iPhone, depois dessa que pode ser apresentada ao mundo em setembro.

Olhando para os próximos meses, o analista acredita que o novo iPhone pode superar a marca de 200 milhões de unidades vendidas nos próximos dois anos. Tudo vai depender em como será a estratégia da Apple para fazer o produto chegar aos diferentes mercados mundiais. Se ela for muito bem na promoção do produto, eles podem superar em dois anos a marca de 250 milhões de unidades vendidas com certa facilidade.

Mas tudo isso são só especulações. O que queremos é ver o smartphone lançado. Depois, vamos ver como ele se sai no mercado.

Via CNET