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Tal afirmação não é nenhum exagero. Afinal de contas, o dono do Seattle Seahawks, campeão do Superbowl XLVIII é ninguém menos que Paul Allen, que entre outras coisas, é o co-fundador (e ainda sócio) da Microsoft. Nesse caso em especial, o título dos Seahawks na NFL tem as mãos de Allen no seu gerenciamento, e alguns toques de tecnologia na estrutura do time.

Allen é, hoje, 53º homem mais rico do mundo, com uma fortuna total avaliada em US$ 15 bilhões. Ele não apenas é sócio da Microsoft, mas de diversas outras empresas menores de tecnologia, além de ser investidor de outras tantas de porte menor. Aliás, Allen é um investidor nato: tem financiamentos cedidos para diferentes segmentos, como artes, entidades filantrópicas, cultura e esportes. Você não sabe disso, mas 80% da Ticketmaster é do Paul Allen.

No caso dos esportes, os investimentos de Allen estão em várias ligas norte-americanas. Além de ser proprietário do Seattle Seahawks (NFL) desde 1997, ele é dono do Portland Trail Blazers (NBA) e é sócio do Seattle Sounders (MLS). Em todas essas equipes, a influência de gerenciamento de Allen é total.

Mas como estamos falando do futebol americano, um dos fatores decisivos para o título dos Seahawks foi a sua torcida, que atuou como 12º jogador. O estádio onde o time joga, o CenturyLink Field, foi projetado para fazer o máximo de barulho possível quando a sua torcida fizer barulho. Resultado: nessa temporada, o estádio quebrou o recorde em decibéis de barulho gerado em uma arena esportiva (137.5 dB). E isso, na cabeça dos adversários, é considerado “o inferno na Terra”.

Tal solução só pode ser adotada com a ajuda da tecnologia, que por sua vez, foi uma decisão de Allen… com uma mãozinha da Microsoft, por assim dizer. Mesmo que apenas pela influência dos anos que por lá trabalhou.

E é por conta disso que Bill Gates publicou essa foto no Twitter ontem.

Bill