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A pirataria de jogos de videogames, software, filmes, músicas e outros conteúdos foi uma das maiores dores de cabeça para a indústria do entretenimento nas últimas décadas, e como sabemos, motivou o surgimento de uma grande quantidade de sistemas de proteção.

Diversas medidas foram adotadas, desde códigos e chaves de acesso, na sua maioria impressas no próprio manual do jogo e muito fáceis de serem superadas, até ferramentas mais sofisticadas e complexas, como o DRM, que se tornou muito popular. Apesar de não ser bem visto entre os usuários, o DRM se revelou muito eficaz na luta contra a pirataria.

Um claro exemplo disso foi o lançamento do jogo Dragon Age: Inquisition. O jogo vinha com um sistema de DRM que foi capaz de manter o jogo longe da pirataria durante quase um mês, para só depois chegar nas mãos daqueles que não podiam (ou não queriam) pagar pelo jogo.

Fato é que o DRM está evoluindo ao ponto que está ficando cada vez mais complicado quebrá-lo, podendo resultar no desaparecimento dos jogos piratas, segundo informa a Bird Sister, fundadora do 3DM, um dos fóruns especializados na violação do DRM, e um dos mais importantes da China. A dificuldade é adicionada à clara perda de interesse do usuário, que não quer ter que esperar semanas ou meses para jogar um game até que o seu DRM seja superado.

Será que veremos o fim da pirataria em alguns anos?

Talvez não completamente, mas é possível que a mesma seja reduzida em grande parte, e não apenas pelo tema do DRM, mas também pelas ofertas e bons preços que plataformas como o Steam e o G2A oferecem.

Via DvHardware