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Independente se você gosta ou não da Microsoft, é impossível negar que eles criara um ponto de inflexão com os tablets da linha Surface, onde vários fabricantes seguiram a sua proposta, incluindo a Apple, que no passado ridicularizou o conceito. Agora, eles dão outros dois duros golpes, com o Surface Book e os novos smartphones Lumia 950 e Lumia 950 XL.

Alguns analistas e especialistas do setor afirmam que a Microsoft oferece no Surface Book o “notebook definitivo”, expressão essa que não agradou aos principais fabricantes do setor. Afinal, temos um concorrente importante para os diversos produtos disponíveis no mercado.

Fato é que a Microsoft foi capaz de lançar um notebook mais atraente que os demais protagonistas do mercado nos últimos anos, e não pode ser culpada por isso. E os méritos da gigante de Redmond só aumentam, se levamos em consideração que eles não contam com o mesmo nível de experiência dos seus (agora novos) concorrentes.

Por outro lado, mesmo sabendo que o Surface Book tem um grande atrativo, e que a Microsoft quer enfatizar uma série de pontos que podem ser seguidos pelos demais OEMs, temos vários outros modelos no mercado que são muito chamativos interessantes.

Mas não duvidemos das intensões da Microsoft. O Surface Book não é orientado para o mercado de consumo geral, ou seja, não deve roubar as vendas das OEMs nesse segmento. É um produto top de linha, limitado aos usuários mais exigentes, ou profissionais que vão explorar ao máximo o seu potencial.