Sony

A Sony é um dos exemplos de empresa que pode se reinventar diante da crise no mercado mobile, até voltar ao ponto de estabilidade. Eles perderam boa parte de suas vendas, mas com 16 milhões de smartphones vendidos por ano, a Sony saiu do vermelho no setor.

Agora, com um mar de tranquilidade, a Sony vê um novo futuro, que passa pela repaginação da empresa. Uma metamorfose que tem dois pontos básicos: abandonar os designs atuais e apostar no desenvolvimento de processadores.

 

 

Fim das grandes bordas de tela

 

 

A Sony se caracterizava pela sua personalidade em se manter firmes no seus designs, com grandes bordas nas partes superior e inferior da tela. Mas parece que essa era está chegando ao fim, já que a empresa se prepara para lançar um smartphone sem bordas de tela.

A JDI começou a produção da tela que estará em um dos futuros smartphones Xperia. Uma tela LCD de 6 polegadas (18:9 ou 2:1), no estilo que LG e Samsung apostou nos modelos lançados em 2017.

Com uma resolução de 2160 x 1080 pixels, essa futura tela será o começo do fim do atual design da Sony. E já desperta curiosidade de muita gente em ver como será esse novo dispositivo dos japoneses.

 

Ser mais uma pedra no sapato da Qualcomm

 

 

A competição entre os processadores para dispositivos móveis está ficando cada vez mais acirrada.

Qualcomm, Samsung, MediaTek, Huawei, Spreadtrum, Xiaomi Surge e até a Google quer ter os seus chips. E agora, a Sony deve adotar os seus chips em seus futuros dispositivos.

Ainda é apenas um rumor, mas não é a primeira vez que falamos sobre isso. E, dessa vez, temos uma data: a IFA 2017 de Berlim (Alemanha) pode marcar a estreia desse primeiro processador da Sony, que deve contar com a potência equivalente ao Snapdragon 820 de 2016, mas que pode ser uma bela jogada para otimizar recursos e ganhos financeiros.

Todos os rumores apontam para uma Sony que está em reforma. Mudanças em busca de melhorias. Veremos se essas mudanças resultam em aumento nas vendas.

16 milhões de smartphones vendidos resultaram em lucros. Poucos lucros, é verdade. Mas são lucros. E é isso o que importa.