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Muitas coisas do nosso mundo nos remetem ao século 21, e isso significa que a evolução está produzindo a substituição de elementos e recursos clássicos pela tecnologia que temos dismponível hoje. Por exemplo, um relatório realizado pela Nielsen nos Estados Unidos revela que 71% dos estudantes querem contar com o benefício de utilizarem os textos dos livros indicados pelos professores em seus tablets.

A Google é uma das empresas que estão tentando promover um crescimento nesse aspecto, oferecendo para os estudantes as opções de comprar ou alugar as versões digitais de alguns livros que fazem parte da grade escolar do aluno, através da Google Play.

E isso se alinha ao comportamento atual do estudante: 51% das crianças com mais de 13 anos que estão na escola usam a internet a partir de tablets. Desses, 42% costumam ler livros regularmente. Além disso, 46% usam o e-mail, 40% fazem anotações, e 30% completam os seus trabalhos escolares com a ajuda do dispositivo.

Um fato interessante é saber que dos 51% dos estudantes que usam tablets, 30% o fazem para pesquisas para as lições de casa. Na era das redes sociais e pesquisas na web, as crianças podem encontrar praticamente tudo o que elas precisam apenas utilizando o Google Search. O relatório da Nielsen também revela que os pais não se importam com a idade que eles passam a querer um maior conteúdo educacional nos tablets. Esse é até um ponto de ênfase para empresas como Apple, Google e Amazon começarem a focar nesse segmento de mercado.

Obviamente, a transição dos livros para os tablets não pode acontecer até que as editoras se convençam que a ideia é valida. E com tantos processos contra Amazon e Apple por causa das publicações editoriais e preços cobrados pelas obras, entendo que o caminho a se percorrer para que a teoria se torne uma agradável realidade é consideravelmente longo.

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Via Nielsen