monitores gaming

 

 

Tem muita gente interessada em monitores gaming, buscando uma melhor performance, ou para um uso mais pessoal. Vamos então dar uma olhada nesse mercado para entender o que acontece, e o que poderemos encontrar no setor em 2017.

Há marcas especializadas com modelos orientados aos games. ASUS, BenQ ou Acer são as que mandam no setor em escala global, mas marcas como Microboard, Qnix e Crossover vão muito bem nos mercados asiáticos, e entendem do assunto.

Quando um mercado volta a funcionar (como é o caso dos jogos por computador), há muitos protagonistas interessados nele. As marcas citadas antes estão, mas muitos outros fabricantes de monitores podem se adaptar às novas necessidades.

O interesse é crescente entre os grandes fabricantes de tecnologia: Samsung ou LG podem se adaptar com muita facilidade ao setor.

Mas a concorrência no mundo dos monitores gaming em 2017 vai além. Podemos esperar que Dell, HP, AOC e até mesmo a Philips sigam os passos em direção aos periféricos de entretenimento.

 

 

A ASUS lidera, e os monitores crescem

 

 

O mercado nesse momento está nas mãos da ASUS, que tem nas mãos 35% do setor em 2o16, seguida pela BenQ (24%) e Acer (19%).

Os tempos dos monitores CRT ficaram para trás. Eram grandes, consumiam muito espaço e energia elétrica, mas não produziam lags nas imagens.

E é aqui que está o maior problema na evolução dos monitores de LCD. Hoje, custa encontrar modelos perfeitos para os games.

 

 

Alguns dados interessantes:

 

– O tamanho mais solicitado nos monitores normais é de 21.5 polegadas, seguido das 23-24 polegadas.
– Um monitor para games é mais solicitado no tamanho de 24 polegadas, com preços entre US$ 300 e US$ 500. 70% das vendas está nesse perfil.
– Os tamanhos seguintes mais solicitados para os games são 27, 34 e 35 polegadas (nessa ordem), Obviamente, aqui os preços sobem para US$ 350 a US$ 900.
– A taxa de atualização ideal para monitores gaming é de 144Hz. Em 2016, foram vendidos 1.2 milhão de unidades. Em 2017, esse número deve duplicar, e em 2018, triplicar.
– A curva nos monitores não teve grande repercussão nas vendas em 2016, mas deve ganhar maior interesse em 2017.