Android

 

A era Android começou oficialmente em 2008, com o lançamento do T-Mobile G1 nos Estados Unidos. O modelo serviu como base para a plataforma que hoje domina o mundo.

E essa dominância se deve aos desenvolvimentos a partir de smartphones como o G1, com uma importante colaboração dos jogos no processo.

 

 

Até então, os celulares contavam com jogos pré-instalados, que existiam apenas para distrair os usuários na fila do banco, com muitas limitações como é o caso do Snake.

Com a chegada do Android e a popularização dos smartphones com telas cada vez maiores e melhores processadores, agora sabemos que este é um filão a ser explorado. Diferente dos PCs e dos consoles, o smartphone está sempre com você.

 

 

Isso deu origem a uma grande variedade de jogos, de todos os estilos. De vem em quando um jogo ganhava o mundo, como foi o caso do Angry Birds, Pet Rescue Saga, Candy Crush, Football Manager, entre outros. Também são incluídos os jogos mais tradicionais e muito populares, além das recriações de jogos clássicos ou via emuladores.

Com a ideia de acumular milhões de usuários, os grandes estúdios começam a dar maior atenção aos jogos desenvolvidos por essas produtoras.

No passado, era impensável imaginar ter um jogos de RPG ou FPS em um telefone. A evolução apresentada em comparação ao que existia há 30 anos é algo louvável. Um bom computador é capaz de jogar praticamente qualquer grande jogo atual do mercado.

Essa mesma evolução faz com que as produtoras ofereçam jogos para as diferentes plataformas, mas pensando sempre em como vender mais, e de forma sustentável.

Com esse aumento técnico, os jogos também chegaram. É preciso levar em consideração que um smartphone hoje tem uma tela com maior resolução que a maioria dos computadores do mercado em 2007, além de serem mais potentes.

Hoje, é difícil encontrar smartphones com resolução inferior ao Full HD e pelo menos 4 GB de RAM (o ideal; o minimo aceitável são 3 GB de RAM), o que permite jogos mais potentes e complexos.

Por fim, facilitar o processo de jogo quando se está fora de casa e não utilizar o console tradicional fez com que os celulares Android se tornassem muito cobiçados. Ainda tem gente que investe em consoles dedicados mais potentes, mas tal e como aconteceu com as câmeras compactas, os jogos suficientemente bons que podem rodar nos smartphones já deixam satisfeitos a maioria dos usuários.