smartphones-fabricantes-sistemas-operacionais-moveis

 

Começamos a nos dar conta da velocidade que evolui a tecnologia e como as marcas vão e vem em uma velocidade vertiginosa. No setor dos smartphones, isso é ainda mais alarmante, com modelos top de linha chegando todo ano, e uma evolução nos sistemas operacionais móveis que superou de longe a dos sistemas operacionais para PCs.

Hoje, iOS e Android dominam o mercado global, com a balança se desequilibra de forma pronunciada a favor do sistema operacional da Google. Mas em 2005, as coisas não eram assim: o estudo da ComScore mostra quatro sistemas que dividiam o mercado.

 

 

Quando a Palm existia

 

palm-pilot

 

Em 2005, nos Estados Unidos, a Palm contava com quase 35% do mercado. Um sistema que precedeu ao PDA e sobreviveu por mais alguns anos. O ocaso da empresa chegou em 2010, quando a HP comprou este sistema operacional pela bagatela de US$ 1.2 bilhão, e o sepultou ao lançar o WebOS no ano seguinte.

A Palm desapareceu do mercado de smartphones em 2011. O WebOS nunca chegou a triunfar, e ao lado dele outros faleceram. O Symbian representa o fracasso da transição da Nokia para os smartphones, e desapareceu do mercado em 2013, com a sua marca sendo absorvida pela Microsoft para ser eliminada anos depois.

Dois dos grandes sistemas do período do início dos smartphones, enquanto que os atuais reis do mercado seguiam crescendo de forma constante. Na mesma situação de Symbian e Palm acabou a BlackBerry, que optou por ceder a fabricação dos seus dispositivos para a TCL, além de apostar no Android.

Outro caso curioso é o da Microsoft, que ainda sobrevive com 4% do mercado nos EUA. Porém, esta é uma cota irreal: da mesma forma que a Apple conta com 43% no país, o Windows Phone custa a superar 1% de cota em muitos outros países, exceto pela Grã-Bretanha, único bastião desse sistema operacional.

 

us-so-mobile-market-comscore

 

Como vemos, o crescimento do iOS e Android um ano depois foi imparável. De 9% de cota em 2007 e 18% conjunto no ano seguinte, passamos para 96% nos Estados Unidos em 2015.

 

Via ComScore